sábado, 27 de novembro de 2010

Espero.


Acordei sonolenta,como todas as outras manhãs me arrastei até o banheiro lavei meu rosto,parei e fiquei me olhando.Sai com preguiça,peguei o ônibus fiz minhas reclamações internas do cheiro e do balanço do transporte público.
Deixei o dia passar junto com a brisa,derrepente lá estava eu depois de tantas risadas sozinha voltando para o meu paraíso interno,o mesmo balanço do trêm,o mesmo cheiro,meu coração e minhas mãos compartilhavam inquietude,a capa do meu livro estava suando junto ao meu corpo que estava ligado no piloto automático e parecia saber exatamente o que fazer,andei pelas pequenas ruas escuras no ritmo da musica,encontrei o pequeno portão branco,com as mãos tremulas o abri,repirei fundo e o fechei.
Esta é uma história sem fim.

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