
Já chupei caroço de manga
Fiz pulseira de missanga
Tomei guaraná fingindo ser cerveja
Esperei debruçada sobre a mesa
Aquele velho homem que nunca veio
Fiz um poema pela metade
Pois só o que restava no peito era saudade...
O lápis que pressionou o papel,deixou suas marcas
E hoje o que restou,foram restos de borracha.
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